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Marco Galinha avança para Jornal Económico com a mão de Ricciardi e Jorge Tomé

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O Jornal Económico tem vindo a passar tempo difíceis, pelo que sei, ainda existem colaboradores com ordenados em atraso. Agora, um milhão de euros depois (recente injecção de capital), Luís Trindade Figueiredo, principal acionista da Megafin, vendeu uma pequena participação ao grupo BEL, controlado por Marco Galinha. Soube também, que quem esteve por detrás deste negócio foi Jorge Tomé e José Maria Ricciardi e uma coisa é certa, com os valores envolvidos, decerto que não foi para ganhar dinheiro...  Bem, no Sporting aquela da comissão de 0,25% de  comissão do valor do encaixe respeitante ao empréstimo obrigacionista, esteve quase a avançar, mas Bruno de Carvalho terá mandado para trás. Provavelmente iremos começar a ler mais acerca das aventuras e desventuras de José Maria Ricciardi et sei amis. 

A insustentável leveza do Governador do BdP

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Carlos “o penteadinho” Costa, o actual Governador do Banco de Portugal, afirmou ontem que “as aspirações de bem-estar individual e de equidade coletiva da sociedade portuguesa excedem hoje a capacidade de produção da economia”, isto não teria qualquer impacto, não fosse ele o homem responsável pela Resolução do BES e, proporcionalmente, pelo desaparecimento de cerca de 25 mil milhões de euros da Economia portuguesa, referindo ainda que não estão em causa as horas de trabalho, mas sim a falta de produtividade dos portugueses. Mais, podia ter dito ainda que, sendo o BES o principal financiador das PME portuguesas, muita da produtividade destas empresas diminuiu drasticamente ou por e simplesmente foram varridas do mapa. Assim sendo, podemos mesmo afirmar que o Governador do Banco de Portugal é um dos grandes responsáveis por esta tragédia no segmento das PME.  Mais uma vez repito, e já não sou só eu, grandes figuras da democracia portuguesa afirmam que é imprescindível que o...

BES é uma referência para António Ramalho

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António Ramalho, o banqueiro/bancário que ainda pode ir parar ao Guiness pelos prejuízos de 3 mil milhões de euros no Novo Banco em apenas 4 anos, atento ao sucesso registado, nos últimos anos, das PME exportadoras, necessita de recorrer aos últimos 12 anos para evidenciar que as exportações terão quase duplicado. Óbvio que este discurso enquadrado no futurista WebSummit, teve um impacto brutal, mas onde a sua estratégia teve pouco ou nada  a acrescentar. Entretanto, entre mortos e feridos (realidade actual das PME), enaltece um aumento de 76% como resultado das empresas estarem mais competitivas.  Em complemento, refere que em relação ao PIB a evolução das exportações foi de 30% em 2006 para atingir 43%  em 2017. É no mínimo curioso, nunca ter referido o BES porque, no percurso dos últimos 12 anos o Novo Banco só nasceu após Agosto de 2014. Por fim, sublinha que o Novo Banco  (N.B.) continua a ter uma quota de mercado de referência no “trade finance” ...

Maurícia retirou visto VIP a Álvaro Sobrinho

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Tive há dias informação que o Governo da Maurícia  não renovou o visto VIP a Álvaro Sobrinho. Este visto, denominado como “Occupation Permit”, é um híbrido entre um direito de residência e um visto de trabalho, permitindo aos investidores e seus representantes beneficiarem de um tratamento VIP em Port Louis, capital da Maurícia. O que me dizem é que este visto tem uma duração de três anos e, que deveria ter sido renovado a seis de outubro de 2018, o que não aconteceu. Isto significa claramente, que depois do escândalo com a ex-presidente Ameenah Gurib-Fakim, o actual governo não quer facilitar a vida ao angolano, fechando-lhe agora a porta a outros investimentos no País. Entre outros, destaca-se o negócio com a Villa em Royal Park, que foi adquirida por cerca de 1,2 milhões de euros e uns terrenos em Ébène por cerca de 1,5 milhões de euros. Assim, parece que o cerco ao luso-angolano está apertar, as 3 empresas que operam na Maurícia, a African Asset Management Ltd, a A...

O esbirro que do cadafalso destruiu o BES ao serviço de Carlos Costa

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Há uns dias atrás, sentado ao balcão do eterno Gambrinus, encontrei um velho amigo que me alertou para o facto de haver mais um nome na “corrida” para Governador do Banco de Portugal. Luís Máximo dos Santos, de seu nome, actual vice-governador do Banco de Portugal e presidente do BES depois da resolução. Em primeiro lugar, não podemos esquecer que Elisa Ferreira e Luís Máximo dos Santos foram colocados no BdP para fazer um cerco a Carlos Costa, não resultou. O actual Governador do Banco de Portugal aguentou o embate e não abandonou o lugar, conseguindo, tal como os irredutíveis gauleses das histórias de Uderzo, “gaulizar” o seu colega de administração Máximo dos Santos, que acabaria por lhe tomar as dores. O grande problema que se coloca agora é, que o mesmo homem que esteve na liquidação do BES, vem agora a púbico afirmar que: “a venda do NB que o Banco de Portugal, enquanto autoridade de resolução, teve ocasião de fazer, constituiu um marco importantíssimo para a evolução po...

A história de D.António Costa, “O Alfaiate” e uma EDP em pânico

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Correm por aí uns “zunzuns” que os chineses da China Three Gorges, que detêm 28,25% da EDP, estão muito nervosos com toda esta polémica à volta da energia. Tudo começou com o problema das CMEC e que obrigou o gigante nacional da energia a devolver 286 milhões de euros relativos à compensação das CMEC. Agora, como se não bastasse toda esta trapalhada, o primeiro ministro decidiu avançar com uma remodelação governamental onde transfere a pasta da energia do Ministério da Economia para o Ministério do Ambiente, chamando-lhe agora transição energética. Só o nome da nova pasta deixou os chineses à beira de um ataque de nervos.  Parece que, segundo fontes privilegiadas, o Primeiro-ministro já até ganhou um cognome: D.António Costa “O Alfaiate”, isto porque, ficará na história como o governante que criou à “medida” um ministério de forma a não haver conflitos de interesse com a actividade privada do novo ministro. Fala-se inclusivamente, da possibilidade da nova remodelação ser...

A liquidação da banca nacional arruinou as PME

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Meus caros, mais uma vez tenho que voltar ao tema Carlos “penteadinho” Costa. Então o Senhor Governador do Banco de Portugal, afirmou várias vezes por aí, em praça pública, que o principal problema para o sector bancário mundial são os bancos “too big to fail”? E que esta banca é um risco real para as economias e consequentemente para as empresas? Pois… O que o Governador não disse é que quando assinou as resoluções já sabia, que mais tarde ou mais cedo, haveria um “take over” à banca nacional por parte dos espanhóis e que ele próprio ajudou na criação de alguns. E vamos ver o que acontece ao Novo Banco…  Enquanto o Governador do BdP, de mãos dadas com a ministra das Finanças, virava costas aos bancos portugueses, o executivo espanhol viu uma óptima oportunidade de negócio para os seus bancos e decidiram avançar por Portugal, tal como em 1580 o Duque de Alba chegou a Setúbal sem qualquer tipo de oposição. Neste nosso caso mais actual até foi mais fácil, uma vez que t...